9 passos para renegociar qualquer dívida de forma definitiva

Aprenda a organizar sua financeira e liberte-se para sempre dos juros abusivos praticados no Brasil.

Renegociar dívidas não é uma tarefa simples, mas também não é algo de outro mundo. O mais importante é saber que renegociar dívidas é possível (e desejável para um enorme número de pessoas). Para poder ajudar você nesta tarefa, resolvi listar 9 passos fundamentais para renegociar qualquer dívida.

Antes, porém, preciso pedir uma coisa: assuma a postura de uma pessoa vencedora, ou seja, durante todo o processo de renegociação de sua dívida com seu credor, a sua expressão verbal e corporal precisa informar que você realmente está disposto a colocar sua vida financeira em ordem. As empresas percebem isso durante as conversas e ficam mais inclinadas a chegar a um acordo que seja bom para ambos.

Dito de outra forma, é importante que você assuma a responsabilidade pelo atual problema de endividamento e esteja realmente disposto a dar-lhe uma solução inteligente.

9 passos para renegociar qualquer dívida de forma definitiva

A renegociação de dívidas é uma decisão. Os passos correspondem a tarefas durante este processo. Confira:

  • Passo 1: Encare o seu problema do seu endividamento e esteja disponível para seus credores. Procure agir prontamente para realizar as ações necessárias para resolver o problema;
  • Passo 2: É necessário ter organização em relação ao montante devido. Caso você não possua este controle, trate de organizá-lo imediatamente para que você possa enxergar tudo o que deve, para quem está devendo e há quanto tempo a dívida existe;
  • Passo 3: Outra coisa importante é saber qual a taxa de juros relacionada às dívidas existentes. Aproveite o próprio controle do passo anterior para incluir também esta informação;
  • Passo 4: Comece a negociação priorizando a dívida que possui a maior taxa de juros. A ideia é conseguir conter o crescimento da dívida o quanto antes, afinal quanto maior o juro, mas rápido ela cresce;
  • Passo 5: Se você possui recursos financeiros extras que podem ser utilizados para diminuir o montante da dívida, use-os. Exemplo: décimo terceiro salário, bônus salarial, comissões por vendas, venda de férias e por aí vai. Separe-os para serem utilizados na redução de seu endividamento;
  • Passo 6: Você possui objetos em sua casa que podem ser vendidos para levantamento de recursos financeiros? Pense bem, pois todos temos coisas em casa que não utilizamos mais e é possível levantar algum dinheiro vendendo-as;
  • Passo 7: Nem pense em negociar com intermediadores. É importante que você negocie diretamente com seus credores. Se você não tem as informações atualizadas, solicite-as diretamente ao banco ou instituição financeira e só então inicie a negociação da maneira mais racional e consciente possível;
  • Passo 8: Fique atento para estes pontos da negociação: aceite multas de no máximo 2% (isso está na lei de defesa do consumidor); negocie a diminuição dos juros para uma taxa muito menor (mesmo que para isso você precise trocar de dívida) para que seja possível realizar o pagamento; procure dividir a dívida em parcelas que você consiga pagar sem atrasos, afinal é importante daqui para frente você manter sua credibilidade. Se você conseguir levantar algum dinheiro extra (como sugerido no passo 6), negocie uma redução ainda maior em troca de uma amortização no pagamento da dívida;
  • Passo 9: Certifique-se de que após você formalizar sua negociação da dívida com o credor, ele realmente solicite junto aos órgãos competentes a exclusão de seu nome da lista de devedores. Com a dívida renegociada e os novos pagamentos encaixados no seu orçamento, é hora de manter as coisas assim para desfrutar novamente dos benefícios da educação financeira.

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Fonte: Conrado Navarro, para o Dinheirama.com

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