PREVIDÊNCIA

Plano de Benefícios II

O Plano de Benefícios II é um plano instituído na modalidade contribuição variável e tem como base de cálculo o montante constituído pelas contribuições vertidas pelos participantes e patrocinadores e o correspondente retorno líquido dos investimentos, apurado nos termos do Regulamento do Plano.

Foi criado em novembro de 2005 e está aberto a adesões de novos empregados, tanto da CESAN quanto da FAECES.

Regulamento

Baixar regulamento do plano de Benefício II.

Simular Aposentadoria

Acessar Simulador de Aposentadoria.

Área Restrita

Acessar área restrita do beneficiário e assistido.

Ficha de Inscrição

Baixar ficha de inscrição do plano de Benefício II.

Cartilha do Participante

Baixar Cartilha do Participante Plano de Benefícios II.

Regime Tributário

Baixar regime tributário do plano de Benefício II.

Certificado do Participante

Baixar Certificado do Participante no Plano II.

Sumário do Plano

Baixar Sumário do Plano de Beneficio II.

Plano de Benefício Definido

O Plano de Benefício Definido é um plano da modalidade de Benefício Definido (BD), que tem como característica principal o conhecimento antecipado do benefício que o participante receberá no momento de sua aposentadoria.

Com a implantação de um novo plano de beneficio em 2005, está fechado a novas adesões. Portanto, a tendência desse plano é a redução gradativa do número de participantes, considerando que muitos deles já se encontram elegíveis à aposentadoria.

Regulamento

Baixar regulamento do plano de Benefício.

Cartilha do Participante

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Área Restrita

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Rentabilidade

PANORAMA

A rentabilidade consolidada dos Planos BD e II em outubro foi negativa, embora alguns segmentos de aplicação tenham tido retornos positivos: em ambos os planos, Investimento no Exterior e Operações com Participantes; no Plano BD, o segmento Imobiliário; no Plano II, a Renda Fixa e o Estruturado – Multimercado. O resultado global foi puxado para baixo por conta dos retornos em Renda Variável e Renda Fixa atrelada a Títulos Públicos — os que pior performaram no mês.

Conforme veiculado na imprensa, os fundos de investimentos não estão conseguindo superar a inflação. Até junho, o INPC acumulado era de 3,95% e agora, somente no período de julho até outubro, já acumulou 4,33% e no ano está em 8,45% — índice que, somado à taxa de juros, faz com que tenhamos metas atuariais superiores a 12,5%.

Os fundos de Renda Variável, que até o meio do ano estavam com rentabilidade positiva e acima da inflação, passaram a ter rentabilidade negativa: o Ibovespa está com -13% de rentabilidade acumulada até outubro. Em janeiro, a taxa Selic estava em 2% a.a., mas vem sendo elevada desde março em função da inflação. Os fundos de Renda Fixa têm a Selic como benchmark e também não superam as metas atuariais. Isso demonstra a escalada da inflação e a dificuldade de obter retornos positivos e superiores às metas.

A seguir, confira a composição da carteira dos planos administrados pela FAECES, por segmento.

TAXA DE JUROS – EMPRÉSTIMO

Os encargos cobrados no segmento de empréstimos a participantes no mês de outubro/2021 foram de 1,5357% (para os contratos assinados a partir de 09/2018) e de 1,4853% (para os contratos assinados até 08/2018). Clique aqui para consultar os encargos nos meses anteriores.

Demonstrativo Estatístico

2º Semestre de 2020

30 de Março 2021

1º Semestre de 2021

10 de Agosto 2021

Demonstrativo de Sexo e Idade