Rentabilidade anual dos planos de benefícios em Janeiro 2020

Devido a inflação de dezembro ter sido muito elevada (1,22%), as metas também ficaram muito elevadas (1,68% no Plano BD e 1,57% no Plano II). Além disso, o surto do coronavírus paralisou boa parte da China e afetou os mercados globais, gerando grande instabilidade. Apesar da Fundação ter conseguido um ótimo retorno na renda variável (1,30% no Plano BD e 1,38% no Plano II), todos os segmentos, com exceção do imobiliário, tiveram rentabilidade abaixo da meta. Os segmentos referenciado e estruturado sofreram um pouco mais com essa instabilidade.

Rentabilidade anual dos planos de benefícios em Outubro 2019

Os planos de benefícios administrados pela FAECES superaram a meta no mês e no ano continuam com rentabilidade superior à meta atuarial (INPC+5,65%).   No Brasil houve redução da taxa básica de juros, passando para 5% a.a., aprovação da reforma da previdência no Senado e a bolsa fechou com alta de 2,36%, acumulando ganho de 22% no ano. Os principais temas no exterior são os protestos no Chile e na Bolívia, as negociações da saída no Reino Unido da União Europeia e as negociações comerciais entre EUA e China, que continuam sem um acordo.

Fundos de pensão brasileiros estão entre os mais seguros do mundo

A solvência das entidades fechadas de previdência complementar (EFPC) no Brasil é de 98%, índice superior ao dos fundos de pensão dos EUA, da Alemanha ou do Canadá. É o que diz o Consolidado Estatístico da Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar) referente ao final de 2018. Entenda-se por “solvência” a capacidade de uma EFPC, como a FAECES, de cobrir as obrigações presentes e futuras dos seus planos de benefícios – isto é, assegurar o pagamento de aposentadorias e pensões para os assistidos e para aqueles que ainda irão se aposentar.

Rentabilidade anual dos planos de benefícios em Setembro 2019

As rentabilidades dos planos de benefícios administrados pela FAECES continuam superando a meta atuarial (INPC+5,65%). As negociações comerciais entre EUA e China continuam a ser o principal tema no exterior. Em meio a essa guerra comercial, o FED – Banco Central Americano reduziu a taxa básica de juros americana. No Brasil também houve redução da taxa básica de juros – Selic em 0,5 pontos percentuais, passando para 5% a.a., avanços no senado no sentido da aprovação da reforma da previdência, deflação de 0,04% e em 12 meses o IPCA reduziu para 2,89%.

Rentabilidade anual dos planos de benefícios em Janeiro: confira!

O resultado dos investimentos dos planos de benefícios previdenciários administrados pela FAECES superou consideravelmente a meta atuarial no mês de janeiro de 2019, em função do otimismo com o novo governo, das reformas encaminhadas para o Congresso até o momento e de uma leve melhora no cenário externo.

Rentabilidade anual dos planos de benefícios em Dezembro: confira!

Os planos de Benefício Definido e PlanoII (cv) administrados pela FAECES rentabilizaram, em 2018, 12,36% e 10,39%, respectivamente. Números muito representativos quando comparados ao segmento de Previdência Complementar Fechada, atendidos pela empresa de consultoria ADITUS, onde 53% dos planos de BD e 57% dos planos de CV não conseguiram superar a meta atuarial. A rentabilidade mediana no ano de 2018 dos planos BD’s foi de 9,30% e dos planos CV’s de 8,02%.

Rentabilidade anual dos planos de benefícios em Novembro: confira!

Os dois planos de benefício tiveram rentabilidade positiva no mês. Como pode ser observadono gráfico acima, os dois planos estão superando a meta no ano. O déficit acumulado do Plano BD está em aproximadamente R$ 12 milhões, redução de R$ 2,5 milhões em relação ao fechamento de 2017. O Plano II encontra-se equilibrado atuarialmente.

RENTABILIDADE ANUAL DOS PLANOS DE BENEFÍCIOS EM AGOSTO: CONFIRA!

O Plano BD teve rentabilidade negativa e o Plano II positiva, mas ambas não superaram a meta do mês. O déficit acumulado no Plano BD está em aproximadamente R$ 21 milhões. O Plano II se encontra equilibrado atuarialmente.

O cenário continua o mesmo, com instabilidade e alta volatilidade: no mercado interno em função da variável eleição;